quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012


Onça Pintada contra um Jacaré


onça pintada contra um jacaré(pantanal matogrossense)


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http://www.youtube.com/watch?v=kXAfi7OsgDA

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012



Lançada iniciativa global para erradicar dez doenças 

tropicais

 

Campanha reúne governos e empresas na luta contra doenças como elefantíase e o Mal de Chagas






Getty Images
Melinda e Bill Gates
Fundação Bill & Melinda Gates é um dos principais nomes na iniciativa
Uma iniciativa internacional, da qual participam entidades públicas e privadas, foi lançada nesta segunda-feira para concentrar esforços na erradicação de dez doenças tropicais que afetam aproximadamente um bilhão de pessoas em todo o mundo.
Participam da iniciativa a Fundação Bill & Melinda Gates e vários representantes da indústria farmacêutica, um segmento que se compromete a doar no futuro dezenas de milhões de doses de tratamentos para ajudar a erradicar estas enfermidades.
As doações se concentrarão em nove das Doenças Tropicais Desatendidas, que causam 90% das vítimas.
A cada ano, estas doenças matam ou afetam severamente milhões de pessoas pobres que vivem nas regiões tropicais ou subtropicais.
"Há décadas, sociedades farmacêuticas individuais investem dinheiro na pesquisa, preparam e produzem medicamentos para combater doenças e melhorar a vida dos pacientes", afirmou Eduardo Pisani, diretor-geral da Federação Internacional da Indústria de Medicamentos (FIIM).
Entre as doenças tropicais desatendidas mais graves estão a filariose linfática, também conhecida como elefantíase, e a doença do sono, transmitida pela picada mortal de uma mosca.
No total, 13 grandes laboratórios farmacêuticos se comprometeram a apoiar a iniciativa.
O Sanofi, por exemplo, promete apresentar um produto eficaz para erradicar a doença do sono em 2020, em parte com recursos da fundação de Bill Gates. O Novartis se concentrará na lepra.
O Merck se dedicará a desenvolver medicamentos para curar a esquistossomose, que causa 200 milhões de vítimas ao ano.
O laboratório Bayer se comprometeu a combater o Mal de Chagas, uma doença que afeta 10 milhões de pessoas em todo o mundo, principalmente na América Latina.
A Fundação Bill & Melinda Gates doará 363 milhões de dólares ao ano durante cinco anos para ajudar nas pesquisas e na compra de medicamentos.


domingo, 15 de janeiro de 2012


Pantanal

Localização, características, fauna do pantanal, flora, atividades econômicas, clima,
animais em extinção, espécies vegetais e animais, pesca, peixes, turismo
pantanal - foto Típica paisagem do pantanal 





Introdução 

Um dos ecossistemas mais ricos do Brasil, o Pantanal, estende-se pelos territórios do Mato-Grosso (região sul), Mato-Grosso do Sul (noroeste), Paraguai (norte) e Bolívia (leste). 
Ao todo são aproximadamente 228 mil quilômetros quadrados. Em função de sua importância e diversidade ecológica, o Pantanal é considerado pela UNESCO como um Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera. Ecossistema do Pantanal (Um dos 600 B...

Aspectos Geográficos

O Pantanal é formado por uma planície e está situado na Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai. Recebe uma grande influência do Rio Paraguai e seus afluentes, que alagam a região formando extensas áreas alagadiças (pântanos) e favorecendo a existência de uma rica biodiversidade. A época de chuvas e cheias dos rios ocorre durante os meses de novembro a abril.
O clima do Pantanal é úmido (alto índice pluviométrico), quente no verão e seco e frio na época do inverno.

Fauna do Pantanal: vida animal
O ecossistema do Pantanal é muito diversificado, abrigando uma grande quantidade de animais, que vivem em perfeito equilíbrio ecológico. Podemos encontrar, principalmente, as seguintes espécies: jacarés, capivaras, peixes (dourado, pintado, curimbatá, pacu), ariranhas, onça-pintada, macaco-prego,veado-campeiro, lobo-guará, cervo-do-pantanal, tatu, bicho-preguiça, tamanduá, lagartos, cágados, jabutis, cobras (jibóia e sucuri) e pássaros (tucanos, jaburus, garças, papagaios, araras, emas, gaviões). Além destes citados, que são os mais conhecidos, vivem no Pantanal muitas outras espécies de animais.
Flora do Pantanal
Assim como ocorre com a vida animal, o Pantanal possui uma extensa variedade de árvores, plantas, ervas e outros tipos de vegetação. Nesta região, podemos encontrar espécies da Amazônia, do Cerrado e do Chaco Boliviano.
Nas planícies (região que alaga na época das cheias) encontramos uma vegetação de gramíneas. Nas regiões intermediárias, desenvolvem-se pequenos arbustos e vegetação rasteira. Já nas regiões mais altas, podemos encontrar árvores de grande porte. 
As principais árvores do Pantanal são: aroeira, ipê, figueira, palmeira e angico.

Uma das principais atividades econômicas do Pantanal é a pecuária. Nas regiões de planícies, cobertas por formação vegetal de gramíneas (alimentação para o gado), estão estabelecidas diversas fazendas de gado. Há também a atividade da pesca, uma vez que é grande a quantidade de rios e de peixes na região pantaneira. 
O turismo também tem se desenvolvido muito na região.Atraídos pelas belezas do Pantanal, turistas brasileiros e estrangeiros tem comparecido cada vez mais, gerando renda e empregos no Pantanal. A região é muito bem servida em hotéis, pousadas e outros serviços turísticos.

Curiosidades:
- Animais do Pantanal em risco de extinção: cervo-do-pantanal, tuiuiú e capivara.
- Você sabia que a maior planície inundável do mundo é o pantanal matogrossense?


Veja também:
Livros sobre o Pantanal

Fonte: http://www.suapesquisa.com/geografia/pantanal.htm
  

sábado, 17 de dezembro de 2011

Site tradutor no Painel do Paim


Para acessar o site, clique no seguinte LINK:

http://207.46.192.232/

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Pesquisador fala sobre Onça Pintada (Haroldo Palo Jr.)



Haroldo Palo Jr.
Onça Pintada
Onça Pintada
A onça-pintada é tema de discussão nessa semana em que ocorreu mais um caso de ataque do animal. Dessa vez o pantaneiro Gregório Costa Soares, de 65 anos foi atacado pela fera em sua fazenda na região do Paiaguás. Em entrevista nessa terça-feira, 5 de agosto, Gregório contou que foi salvo por quatro cães, mas ficou ferido nos braços e quase perdeu a vista.
Em decorrência do fato o Corumbá On Line procurou o pesquisador da Embrapa Pantanal (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Walfrido Tomás, especialista em estudo de animais silvestres para tirar algumas dúvidas de como vivem e agem as onças-pintadas.

Corumbá On Line: É proibido matar animais silvestres?

WT: É proibido matar animais silvestres no Brasil,desde 1967. Quando se trata de espécies ameaçadas, o problema é mais grave ainda para o transgressor.

Corumbá On Line: Na região do Pantanal que lugares as onças-pintadas procuram viver?

WT: As onças pintadas, no Pantanal, não ocorrem de maneira uniforme em toda a região. Existem áreas preferidas por elas, e estas áreas geralmente são aquelas mais baixas, mais inundáveis, ao longo dos rios. As áreas do Pantanal onde onças pintadas são mais abundantes estão ao longo de todo o rio Paraguai, nas áreas marginais dos Pantanais do Paiaguás e Nhecolândia, além dos Pantanais do Abobral, Miranda, Rio Negro e Nabileque. No norte, são mais comuns na região sul dos Pantanais de Poconé e Cáceres. Ou seja, numa vasta região central (Nhecolândia e Paiaguás), leste (Aquidauana, Rio Verde, Coxim, Barão de Melgaço) e norte (Cáceres e Poconé), as onças são raras ou nem ocorrem. Parece haver uma concordância entre a ocorrência de onças pintadas exatamente onde há mais abundância de presas costumeiras, de grande porte, como cervos, capivaras, jacarés e queixadas, o que faz sentido do ponto de vista ecológico.

Corumbá On Line: O homem pode aprender a conviver com onças?

WT: Sim, não há porquê acreditar que seja impossível esta convivência. O Pantanal impõe certas características próprias aos que aqui querem viver, e entre elas estão as cheias, que são naturais e não catastróficas. O Pantaneiro aprendeu a conviver e tirar proveito dos efeitos das cheias, que na verdade sustentam toda a produtividade do ecossistema, seja para pastagens naturais, seja para produção pesqueira. Outra característica pantaneira é a existência de e deve-se aprender a conviver com isso da mesma forma que se aprendeu a conviver com as cheias. Aliás, é possível tirar proveito disso através do turismo e da valorização dos produtos da região que são obtidos em propriedades que conservam biodiversidade. Isso pode ser feito, por exemplo, através de certificação de fazendas.
O Pantanal, neste caso, é uma região privilegiada, e os pantaneiros que conservam merecem algum grau de compensação por este serviço que prestam à sociedade. Maior valorização dos produtos pecuários destas fazendas é apenas uma estratégia de compatibilizar a produção pecuária e a conservação das onças, já que a maior remuneração pelo gado compensaria os eventuais prejuízos causados pelas onças.

Corumbá On Line: Em que situações as onças atacam?

WT: Casos de ataque deliberados por onça são raríssimos, e quase sempre a situação em que ocorreram geralmente são confusos. Onças geralmente atacam quando ameaçadas, sejam acuadas durante caçadas, seja quando têm uma presa recém abatida e tentam defendê-la. Estas situações têm sido a tônica na maior parte dos casos de acidentes fatais ou quase fatais com onças no Brasil. No caso do acidente desta semana no Pantanal, a onça pode ter se sentido ameaçada, já que estava predando suínos na propriedade. Nesta situação crítica, não se pode enfrentar um animal do porte de uma onça. O melhor é deixar ela em paz e se adaptar para evitar novos casos de predação. Ao que aprece, o senhor atacado se aproximou em companhia de cães, e assim é de se esperar que a onça já saia atacando cães e pessoas. Há muitos casos de cães mortos nesta situação.

Corumbá On Line: Há vários estudos sobre a conservação da onça?

WT: Sim, nos últimos 5 anos, pelo menos 4 projetos foram desenvolvidos para estudar, principalmente, o conflito entre predação de gado por onças, visando encontrar caminhos para minimizar o problema.
É preciso esclarecer que os resultados até agora indicam que apenas uma ou outra onça costuma predar gado rotineiramente. Na maioria das vezes, as onças se alimentam de jacarés, cervos, queixadas, caititus e capivaras. A predação de gado bovino tem sido consistentemente avaliada, usando-se equipamentos de alta tecnologia, e indicam que, de um modo geral, o impacto das onças no rebanho bovino é bem menor que se tem aventado. Como regra geral, não vão além de 5% do rebanho ao ano, quase sempre nem chegando à metade disso. Mas duas coisas precisam ser levadas em conta: podem haver exceções a esta regra, e outras causas de perdas nos rebanhos são muito mais importantes do que a predação pelas onças. Neste caso, podemos citar doenças, ervas tóxicas, frentes frias, mau manejo, deficiência reprodutiva nos rebanhos, etc. Somadas, estas fontes de prejuízos tornam as perdas pelas onças quase desprezíveis. Assim, talvez seja compensador resolver outros gargalos econômicos das fazendas antes de culpar as onças por tudo. São argumentos fortes baseados em dados científicos. Então, é preciso desmistificar o assunto e usar bom senso.

Corumbá On Line: A legislação permite o abate?

WT: A legislação ambiental prevê exceções, ou seja, remoção ou abate de animais predadores que ameaçam a vida humana ou rebanhos domésticos. Entretanto, as regras são rígidas e isso precisa ser realizado com autorização pelo IBAMA, este possui um Centro especializado nestes casos, que é o CENAP, cujo quadro técnico é altamente capacitado para resolver conflitos desta natureza. Mas é preciso também pensar que não se pode tentar remover onças cada vez que um exemplar for avistado próximo a uma propriedade ou cada vez que houver caso de predação. O simples fato de se alegar riscos não significa que a remoção é indicada.
Trata-se de uma espécie globalmente ameaçada, e a população do pantanal é uma das mais importantes em toda área de distribuição das onças pintadas. Fora da Amazônia e do Pantanal, a espécie está em situação crítica. É preciso aprender a conviver com elas da mesma forma como se aprende a conviver com os riscos permanentes existentes em outra selva: a de pedra.

Fonte: Site Corumbá Online
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pantanal (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul)

Pantanal

Variedade de animais é uma das marcas do Pantanal

Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
O Pantanal ocupa uma área de aproximadamente 220.000 quilômetros quadrados, estendendo-se pelos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O Pantanal tem uma altitude média de pouco mais de 100 metros, sendo cercado por terras mais altas. Isso faz com que a grande quantidade de rios que o circundam entrem em seu interior, formando-se um ambiente alagado muito rico em nutrientes, que são trazidos pelas águas.
No Pantanal, existem terras sempre secas (as partes mais altas), terras que se alagam apenas nos períodos de chuvas e terras que permanecem continuamente alagadas, promovendo a ocorrência de uma vegetação variada. Assim, nas partes mais secas, a vegetação assemelha-se muito à caatinga e, eventualmente, encontram-se áreas de cerrado.
Nas partes alagadas, são comuns as plantas aquáticas, como os aguapés. Nas partes mais elevadas e nas proximidades dos rios, localizam-se as matas ciliares, importantes para que as margens dos rios não desbarranquem.
O que mais chama a atenção no Pantanal é a sua extraordinária beleza natural e a espetacular variedade de animais ali encontrados, especialmente aves. Nos rios, encontra-se a maior variedade de peixes de água doce do mundo. Muitos animais merecem destaque: o jacaré, cuja pele é utilizada na fabricação de cintos, bolsas e calçados, sendo, por isso, vítima da caça indiscriminada; a onça pintada, a anta, o tamanduá-bandeira, a capivara e outros.
O ecossistema do Pantanal tem sido agredido de muitas formas. Não são apenas aqueles que buscam a pele das espécies animais que o ameaçam; os que exploram seus recursos minerais, a ocupação da sua planície com agricultura, a poluição de rios por substâncias utilizadas no garimpo, também contribuem para sua assolação.